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Limpeza Hospitalar: entenda a importância dessa higienização

  • 29 de fevereiro de 2024
  • Limpeza Hospitalar: entenda a importância dessa higienização

    A limpeza hospitalar é uma aliada da saúde e bem-estar e deve seguir alguns critérios para sua excelência.

    Primordialmente, ambientes de saúde tendem a ser locais que precisam de cuidados extremos para não haver contaminação. A manutenção incorreta da limpeza desses lugares pode causar uma série de problemas para as pessoas que estão lá.

    Isso acontece porque são locais com alta proliferação de bactérias, devido à presença de doenças e contato com outras pessoas.  Portanto, na época da pandemia, por exemplo, a limpeza hospitalar se tornou ainda mais fundamental, pois, com o alto índice de contágio, a higienização foi ainda mais necessária e recorrente.

    Mas não qualquer higienização, e sim uma limpeza profissional, que utiliza os materiais, procedimentos, profissionais e técnicas corretas voltadas ao ambiente hospitalar.

    Então, não! A limpeza hospitalar não se assemelha com a residencial e requer alguns cuidados minuciosos.

    A Anvisa possui um manual de orientação no que diz respeito a como deve ser feita a higienização de superfícies e materiais. Dessa forma, orienta práticas no ambiente de saúde para não haver risco de contaminação durante a limpeza.

    Portanto, essas orientações de limpeza das áreas hospitalares se dividem em alguns tipos que você pode conferir a seguir! 

    Limpeza hospitalar: higienização concorrente e terminal 

    No sentido de limpeza das áreas, os critérios para higienização se dividem de acordo com o nível de prioridade, exposição e risco de um ambiente. 

    Sendo assim, ficam desta forma:

    Limpeza concorrente 

    Tem como principal objetivo a manutenção das principais áreas de utilização. Sendo assim, limpeza de pisos, janelas, objetos decorativos, corredores, troca de materiais essenciais, entram nessa parte.

    Além disso, a limpeza recorrente também garante o bem-estar dos que estão presentes ali, passando maior segurança. Esse tipo de limpeza hospitalar, por exemplo, pode ser realizada de forma úmida, mas pode não envolver o uso de maquinários pesados.

    O processo de limpeza concorrente tem a frequência diária ou sempre que houver necessidade, porém, com uma intensidade mais leve por se tratar de uma higienização focada na conservação.

    Limpeza terminal 

    É a higienização completa e minuciosa das áreas do centro de saúde e, se necessário, a desinfecção para diminuição da população microbiana. Sua frequência deve ser diária e sua intensidade rigorosa, pois se trata de ambientes com maior grau de contágio de doenças.

    Em centros de internação, por exemplo, ela é realizada após a saída do paciente do quarto, para reduzir o risco de contaminação dos demais pacientes e circulantes. 

    A limpeza terminal profunda envolve: pisos, paredes, tetos, janelas, sanitários, mobiliários, maçanetas e portas e equipamentos. 

    Contudo, além de se dividirem nesses aspectos, também se dividem em estados.

    São eles:

    ÁREAS NÃO CRÍTICAS

    Áreas que não necessitam de cuidados especiais, pois os riscos de transmissão são consideravelmente baixos:

    • Área administrativa;
    • Almoxarifado;
    • Recepção;
    • Vestiário;
    • Dormitórios;
    • Áreas externas.

    Frequência: 1 vez ao dia, datas e horários preestabelecidos e sempre que necessário (Anvisa).

    ÁREAS SEMICRÍTICAS

    São áreas onde o risco de transmissão de infecções é baixo e as doenças não são infecciosas.

    • Enfermarias;
    • Elevadores;
    • Corredores;
    • Consultórios;
    • Banheiros.

    Porém, além de limpeza, ambientes nesses estados necessitam também de desinfecção, mesmo que esporadicamente.

    Frequência: 2 vezes por dia, com datas e horários preestabelecidos e sempre que necessário (Anvisa). 

    ÁREAS CRÍTICAS

    São áreas em que existe o risco acentuado de transmissão de infecções:

    • Centros cirúrgicos e obstétricos;
    • UTIs;
    • Farmácias hospitalares;
    • Lavanderia hospitalar;
    • Consultórios odontológicos;
    • Ambulatórios;
    • Locais de esterilização;
    • Locais de coleta de material para exames laboratoriais;
    • Cozinha e lavanderia hospitalares.

    Frequência: 3 vezes por dia, com datas e horários preestabelecidos e sempre que necessário (Anvisa).

    Qual a importância da Limpeza Hospitalar minuciosa?

    Como vimos, a higienização hospitalar não deve ser executada da mesma forma que em outros ambientes, pois pode colocar em risco a integridade física das pessoas, chegando até a agravar casos de doenças.

    E não é apenas isso.

    Ao não adotar a limpeza hospitalar do jeito certo, existem certas situações desagradáveis no ambiente que podemos não ver, mas com certeza iremos sentir, como: maus odores, ambientes pegajosos, pisos escorregadios que causam acidentes, entre outras desvantagens.

    Isso acarreta não só em danos físicos, mas também à reputação da unidade hospitalar ou clínica.

    Dessa forma, a limpeza hospitalar é importante, pois será feita com os materiais e produtos necessários, de acordo com a necessidade e seu estado. Além disso, seguirá critérios e padrões estabelecidos por órgãos de saúde e vigilância sanitária para uma higienização correta.

    Por isso, o Grupo Haganá oferece serviços de limpeza hospitalar, que garantem que cada pedaço do ambiente esteja desinfetado e limpo. 

    A Haganá disponibiliza profissionais treinados para a conservação e limpeza hospitalar, com cronograma de atividades preestabelecido, materiais de limpeza de qualidade e uma supervisão sempre presente. 

    Conheça a Limpeza Hospitalar da Haganá.

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